Rasgo o meu ser em tudo que sou, estou, serei. Abro o meu peito em prantos, calados de lágrimas quentes, silêncio, silêncio, silêncio, não escuto a sua voz, nem seu coração, silêncio, silêncio, silêncio, porque você não pergunta por mim?
Minhas dores físicas, meu ouvido surdo, minhas chagas, nada chega perto dessa dor que me rasga em gritos abafados e pedidos desesperados, humilhados, reconsidere meu Amor, eu imploro, talvez isso me doa ainda mais.
Estou perdida, castelo de areia, pó, sedimentado em silêncio, silêncio, silêncio, ao retruco se estremesse, se assombra, se defende, indiferença ou ataque? eis a pergunta para as respostas que virão.
Desse tempo senhor de tudo, sento a mesa e bebo incredulidade olhando pra esperança que no fundo da caixa de Pandora habita, grito, Me olhe nos olhos, isso é verdade. Sente-se a mesa comigo esperança e deixe que eu me segure em você.
Pedindo apenas mais uma chance,
mais um olhar de Amor.
Não to sabendo viver..
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